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Depois do show, caminhando pelo Vedado, Cándido queria muito ir ao banheiro, não tinha nenhum lugar aberto e estávamos longe de casa. O homem não se perturbou. Abriu sua caderneta de telefones, fez alguns cálculos pra ver quem estava mais perto e fomos bater, à uma da manhã de sábado, na casa de uma pobre senhora onde a TV tinha filmado um episódio de uma série. Ele fez os maiores salamaleques, perguntou como ela estava, se não tinham quebrado nada, se o pagamento saíra no prazo e, naturalmente, aproveitou pra dar sua cagadinha.

Nessa mesma madrugada, estávamos caminhando pela rua, passamos pelo ICAIC (Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematograficos) e eu comentei que adorava aqueles pôsteres de filmes. Não precisou falar duas vezes. O homem bateu no vidro, acordou o pobre guarda-noturno às três da manhã, disparou seu inefável crachá e pediu pra ver a sala dos pôsteres, uma galeria dos melhores de todos os tempos. O guarda nem hesitou: acendeu tudo, nos recebeu com honras e nos deixou até tirar fotos.



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Cándido, o Bozó
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